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Promaica defende denúncia de actos contra direitos humanos
31-05-2011 13:29
Promaica defende denúncia de actos contra direitos humanos
Menongue - As mulheres afectas à promoção da mulher na Igreja Católica (Promaica), no Kuando Kubango defenderam, nesta cidade, a denúncia de todos os actos que estejam contra os direitos humanos, soube hoje, segunda-feira, a Angop.
A informação está expressa num comunicado de um encontro da Promaica, realizado de 27 a 29 do mês em curso, orientado por Maria Helena Júlia Fernandes, coordenadora nacional da Promaica, onde foram analisadas questões relativas ao actual estado da organização a nível local.
Segundo o comunicado, a sociedade se propõe a vários desafios à mulher e um deles é de concorrer com o homem em termos de dignidade, tarefa esta que passa pela promoção da própria mulher que tem como ponto de partida a alfabetização.
Tendo em conta as consequências do álcool, as participantes concluíram ser necessário que a mulher da Promaica não deve aderi-lo, pois deve ter um comportamento diferente de uma mulher alcoólatra.
De acordo com o documento, durante as reuniões ordinárias devem ser apresentados temas actuais sobre a realidade da mulher e não só, bem como a líder da Promaica deve ter uma vida aceite pela comunidade, tal como comungar, ter facilidade na comunicação, ser disponível, responsável, criativa, ter espírito de trabalho e não de competição.
Durante o certame, foi feita a eleição da vice-coordenadora diocesana de Menongue por sistema de vocação pelas delegadas, com 51 votos, Elisa Maria Prata do Centro do Cristo Rei.
Doravante, acrescenta a nota, a Promaica diocesana de Menongue deve se responsabilizar pela elaboração de um folheto onde se anotem receitas sobre a culinária local e a ervanária.